Os opostos realmente se atraem no amor?

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Sabe aquela história de que, no amor, os opostos se atraem?

Helen Fisher, uma tremenda pesquisadora de comportamento, dedicou sua vida a estudar a bioquímica dos relacionamentos.

Eu sei, o amor é mais do que moléculas, mas talvez te surpreenda saber o quanto nossa biologia pode influenciar até na escolha amorosa.

O bacana das pesquisas da Helen é que possuem forte embasamento científico e uma população estatística enorme.

Segundo sua teoria, as pessoas podem ser agrupadas em 4 perfis e cada um deles está associado a uma manifestação mais predominante de um neurotransmissor ou hormônio.

Exploradores (dopamina), construtores (serotonina), diretores (testosterona) e negociadores (estrogênio).

Sobre a atração, Helen constatou que diretores costumam se atrair por negociadores (e vice-versa), já exploradores e construtores tendem a preferir parceiros da mesma categoria.

Ou seja, nem sempre os opostos se atraem e essa é uma dinâmica complexa, que passa pelos perfis da teoria de Helen, além de inúmeras outras variáveis.


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Quem sabe isso não te ajuda a compreender melhor a sua relação ou a encontrar um bom match.